Uma parceria de 15 anos:
A trajetória do Grupo ST Flex com a Foccus Sistemas

De Contador à Sócio: A Trajetória Inspiradora de Anderson Rossi no Grupo STFlex 

 

Esta edição da Pod Sistemas traz uma entrevista muito agradável privilegiando o histórico de um de nossos principais clientes, o Grupo STFlex. Conversamos com o Diretor Financeiro e Administrativo Anderson Rossi, que foi responsável pela seleção da solução Foccus Sistemas anos atrás. 

[Márcia] Anderson, você iniciou sua trajetória profissional muito jovem, aos 17 anos, em um escritório de contabilidade, onde trabalhou por 10 anos até se tornar gerente. Depois, foi convidado pelo Grupo ST para atuar internamente e acabou se tornando sócio da empresa. Conta para a gente como foi esse caminho até chegar à posição de CEO. Teve medo? Como foi aceitar esse convite? 

[Anderson] Foi uma decisão bem tranquila, na verdade. Quando recebi o convite para integrar o quadro societário, eu já estava muito envolvido com o dia a dia da empresa, conhecia bem os processos e as pessoas. Essa proximidade tornou tudo mais natural. A confiança já estava construída. Eu vim de um escritório contábil e, quando passei a trabalhar internamente no Grupo ST, as coisas fluíram. Foi uma transição que aconteceu quase sem eu perceber. Então, quando recebi o convite, foi algo natural. Eu já era o contador responsável e a mudança foi mais uma troca de cargo, porque as funções do dia a dia já faziam parte da minha rotina. 

[Márcia] 
Isso faz muita diferença, você já conhecia a fundo a empresa, né? 

[Anderson] 
Sim, muito. Eu já tratava de tudo na parte contábil. O importante é que, mais do que conhecer os números, eu já conhecia as pessoas, a rotina, o ambiente da empresa. Antes de aceitar uma sociedade, é fundamental conhecer a cultura da empresa e entender se aquilo faz sentido para o seu futuro. 

[Márcia] 
Desde quando você entrou, como foi o crescimento da empresa? 

[Anderson] 
Quando comecei, tínhamos apenas uma empresa no Grupo, com dois galpões de 800 m² em Poá. Hoje, são três empresas e uma nova sede com 2.700 m² de área e 1.900 m² de área construída, em Itaquaquecetuba. Foi um crescimento sólido. 

[Anderson] 
Ah, aproveitando, vocês estão convidados a conhecer nosso espaço. Vai ser ótimo mostrar a empresa para vocês. 

[Márcia] 
Com muito prazer, iremos sim! Inclusive vem de encontro á nossa intenção de implantação de novos recursos no controle da Produção 

[Anderson] 
Vai ser bom unir o útil ao agradável. Vocês conhecem a empresa e também podemos conversar sobre o sistema e os processos. Muita coisa evoluiu. 

 [Anderson] 
Eu estava pensando, já são quantos anos com a Foccus Sistemas? 

[Márcia] 
São 15 anos, desde 2010. A Foccus tem 33 anos e os primeiros 7 anos foram só com hardware. Depois entramos no mundo dos softwares. Esse projeto quer destacar e homenagear clientes que estão conosco há tanto tempo. 

 [Márcia] 
Falando sobre o sistema, quanto o ERP TuTTor ajudou vocês no crescimento e no controle das informações? 

[Anderson] 

Sim, sim. O sistema veio só a agregar. A empresa até então usava um sistema um pouco mais simplificado, através de planilhas, eram feitas as anotações, os relatórios através de planilhas  Excel, e através de um sistema que o nosso responsável da qualidade,  o Bruno, desenvolveu  em Access. 

Quando entrei  na empresa fiquei responsável por  buscar uma solução de um sistema ERP mais robusto, que pudesse trazer para a gente aquela capacidade de otimizar processos, melhorar a comunicação na fábrica, aumentar a eficiência de todos os setores.  

Então, o sistema ERP, o Tuttor, no caso, veio otimizar todos esses processos de tempo, redução de  erros, melhorar a comunicação na fábrica, aumentar a eficiência e dar mais segurança na tomada de decisões. 

[Anderson] 
Além disso, o sistema facilita muito as auditorias ISO. Os relatórios que precisamos, como IQF (índice de qualidade de fornecedor) e IQA (índice de qualidade de entrega), o sistema fornece com muita precisão. 

[Márcia] 
Vocês têm auditorias com frequência? 

[Anderson] 
Sim, nossos principais clientes são grandes empresas, inclusive multinacionais, que exigem certificações. Hoje temos a ISO 9001, mas já estamos nos preparando para outras certificações como a ISO 14001. 

[Sinomar] 
Anderson, vi no site da ST Flex que vocês comercializam mais de 15 mil itens. É um volume enorme. Quais são os principais indicadores que você acompanha no sistema? 

[Anderson] 
Temos esta variedade grande em razão de que uma mangueira pode ter vários tamanhos e especificações para atender o cliente. 

Hoje, o Grupo ST trabalha com cerca de 80 a 100 itens principais, muitos deles com variações de tamanho, acabamento ou material. 

[Sinomar] 

E quanto você diria que o uso do ERP auxilia nesse controle? 
 

[Anderson] 
No sistema, monitoramos tudo: fornecedores ativos e inativos, clientes ativos e inativos, relatórios financeiros e contábeis, importação de XMLs. Para mim, tudo ali é essencial. 

Um exemplo prático: no fim do mês, peço para minha assistente gerar um e-mail com todos os XMLs das notas de saída. Eu só importo direto no meu sistema contábil. Ganho muito tempo com isso. 

[Márcia] 
É muito bom ouvir isso. O sistema está mesmo no dia a dia da empresa. Muitas empresas ainda resistem a usar o ERP por completo e acabam explorando só 30% da ferramenta. 

[Anderson] 
Aqui a gente utiliza de 70% a 80% do sistema. Mas eu quero mais! Sempre incentivo a equipe a aproveitar tudo o que o sistema pode oferecer. O ERP é um gerente a mais que trabalha para a gente. 

[Márcia] 
Excelente! E estamos cada vez mais preparados, inclusive no controle de chão de fábrica e com plataformas de vendas e controle de serviços conectados. 

[Márcia] 
Você sente que haverá impacto com as mudanças fiscais e com a inteligência artificial? 

[Anderson] 
Inteligência artificial, por enquanto, não nos impacta tanto, porque nosso processo de mangueiras é bastante artesanal. 

E sobre a reforma tributária, sem dúvida. Reforma tributária, a gente tem que estar sempre atento às novas mudanças, porque isso acaba impactando sempre. 

 

Seja uma MEI, um empreendedor, empresa de pequeno, médio ou  grande porte, a reforma tributária acaba impactando todo mundo. Tem que estar atento e estar ligado nas mudanças e  ir se preparando para o que vai impactar no negócio. Mas só o tempo vai dizer se será para melhor ou pior. 

[Márcia] 

 Como aconteceu com a nota fiscal eletrônica, foi uma mudança grande. 

[Anderson] 

 Exato e Hoje é um ponto melhora muito grande. Será o mesmo caminho na reforma. 

[Sinomar] 
O que o Grupo ST Flex espera para o futuro? 

[Anderson] 
Apesar de uma pequena queda em 2024 comparado a 2023, seguimos otimistas. Com a nova estrutura, aumentamos o espaço para estoque e maquinário, o que já está impactando positivamente. Também fortalecemos parcerias com fornecedores internacionais, principalmente da China. 

[Anderson] 
Uma grande conquista no ERP foi evoluir no processo de importação dos dados da Declaração. No começo foi difícil, contamos com o esforço do Thiago na Foccus, levamos dois dias para registrar a primeira nota. Hoje, com o sistema ajustado, faço o processo em cerca de 10 minutos. Foi um desafio que vencemos juntos com o suporte da  Foccus. 

[Sinomar] 
Você pode citar um caso onde o sistema foi essencial? 

[Anderson] 
Esse caso da importação é um ótimo exemplo. Evoluímos muito nesse ponto e hoje o sistema nos dá agilidade que antes não tínhamos. 

[Sinomar] 
Voltando àquele momento em que você foi convidado a ser sócio: o que você acha que mais te destacou? Foi sua competência contábil ou foi algo a mais? 

[Anderson] 
Foi o algo a mais. Sempre vesti a camisa, sempre estive disposto a ajudar, inclusive fazendo entregas se fosse necessário. O diretor percebeu isso. Hoje, ele vem menos à empresa porque tem essa confiança na gente. 

[Márcia] 
E vocês têm novos projetos? 

[Anderson] 
Sim, nosso crescimento está focado na ampliação de espaço para estoque e maquinário. Isso já nos deu de 20% a 30% a mais de capacidade produtiva e vai refletir diretamente nos custos e no crescimento. 

[Sinomar] 
Anderson, parabéns pela sua história. Você começou como office boy e hoje é sócio de um grande grupo. É inspirador ver como o comprometimento, visão de futuro e boas escolhas tecnológicas fizeram diferença nessa trajetória. 

[Márcia] 
A parceria com o Grupo STFlex nos motiva. Estamos lançando novas plataformas, com controle de produção online e inovação conectada. Podem contar conosco.  

[Anderson] 
Agradeço muito. O time da Foccus sempre esteve presente, inclusive resolvendo nossos desafios diários. Obrigado ao Thiago, ao Rafael e a todos da equipe. Se hoje usamos 70% do sistema, eu quero chegar a 100%. 

[Márcia] 
Estaremos juntos! Grande abraço. 

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ERP na Nuvem: Os Prós e Contras de Utilizar um Banco de Dados Online

A tecnologia em nuvem transformou a forma como as empresas gerenciam seus processos internos, e os sistemas ERP (Enterprise Resource Planning) não ficaram de fora dessa revolução. A migração para soluções que utilizam bancos de dados online tem se tornado cada vez mais comum, prometendo mais agilidade, redução de custos e integração entre equipes. Mas, como em toda decisão estratégica, essa mudança também envolve riscos que precisam ser bem compreendidos.
Neste artigo, você confere os principais benefícios e desafios de adotar um sistema ERP com banco de dados hospedado na nuvem — e descobre se essa é a melhor escolha para o seu negócio.

    Vantagens: Mobilidade, Escalabilidade e Redução de Custos

 

 

  1. Acesso de Qualquer Lugar
    Um dos maiores atrativos de um ERP com banco de dados online é a possibilidade de acessá-lo de qualquer local com conexão à internet. Isso facilita o trabalho remoto, o gerenciamento de filiais e a supervisão em tempo real de todas as operações da empresa, independentemente da localização dos colaboradores.
  1. Escalabilidade Sob Medida
    Com o crescimento da empresa, é natural que as necessidades de processamento e armazenamento aumentem. Na nuvem, é possível ajustar esses recursos conforme a demanda, sem precisar adquirir novos servidores ou licenças — um ganho significativo em flexibilidade.
  1. Menos Gastos com Infraestrutura
    Empresas que adotam sistemas baseados na nuvem eliminam a necessidade de manter servidores físicos, economizando com energia, manutenção, segurança e suporte técnico. O modelo “as a service” (como serviço) permite um controle mais previsível dos custos operacionais.
  1. Segurança e Backups Automatizados
    Ao contrário do que muitos pensam, a nuvem pode ser mais segura que estruturas locais. Provedores sérios investem pesado em protocolos de segurança, criptografia e backups automáticos. Além disso, o risco de perda de dados por falhas físicas ou erros humanos é drasticamente reduzido.
  1. Atualizações Constantes
    As atualizações de software e de segurança são feitas automaticamente, sem a necessidade de intervenção da equipe interna de TI. Isso mantém o sistema sempre atualizado e alinhado com as melhores práticas de mercado.

    Desvantagens: Conectividade, Privacidade e Limitações Técnicas

    1. Conexão com a Internet é Essencial

    Sem internet, o ERP para empresas que operam em regiões com acesso instável à rede pode enfrentar dificuldades para garantir a continuidade dos processos, o que pode afetar vendas, logística e outros setores críticos.

    1. Riscos de Segurança e Privacidade

    Mesmo com altos padrões de segurança, armazenar dados fora da empresa levanta preocupações, especialmente em relação à LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados). É fundamental verificar se o provedor está em conformidade com a legislação.

    1. Custos Recorrentes

    Ao invés de um investimento único, como na compra de um servidor, o uso da nuvem envolve pagamentos mensais ou anuais. Embora os custos sejam diluídos, eles podem aumentar com o tempo, especialmente com o crescimento da operação.

    1. Limitações de Personalização

    Alguns ERPs online oferecem menos liberdade para personalizações ou integrações específicas. Isso pode ser um problema para empresas com processos muito particulares ou que dependem de sistemas legados.

    1. Dependência do Fornecedor

    O chamado vendor lock-in acontece quando a empresa fica presa a um único provedor de nuvem, o que pode tornar difícil (e caro) migrar para outra plataforma no futuro. Avaliar bem o contrato e os formatos de dados utilizados é essencial.

    Vale a pena migrar?

    Para a maioria das empresas, a resposta é sim — especialmente aquelas que buscam maior flexibilidade, mobilidade e redução de custos operacionais. Mas a migração para a nuvem exige planejamento. Avaliar o perfil da organização, a sensibilidade dos dados e a estrutura de TI atual é o primeiro passo para tomar uma decisão segura e sustentável.

    Migrar o ERP para um banco de dados online pode ser o impulso que sua empresa precisa para ganhar mais agilidade e competitividade. Mas como toda mudança estratégica, ela deve ser feita com cautela, análise e acompanhamento técnico qualificado.

Rafael Rodrigues

Colaborador da Foccus Sistemas há 11 anos.
Bacharel em Ciência da Computação com ampla experiência em tecnologia e também em PHP, HTML, CSS, JavaScript, MySQL, ACCESS

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